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terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Católicos sim, chame alguém para voltar para casa!
por
AirtonRocha
Jovens, irmãos, amigos, católicos.
Vamos retornar para a nossa casa, vamos voltar a viver com o Espírito Santo.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Assim nasceu a canção "Noite Feliz" - Blog Ciência Confirma Igreja
por
Vinícius Resende
Em 24 de dezembro de 1818, a canção “Stille Nacht” (“Noite Feliz”) foi ouvida pela primeira vez na aldeia de Oberndorf (Áustria). Foi na Missa de Galo na minúscula capelinha de São Nicolau.
Estavam presentes o pároco Pe José Mohr, o músico e compositor Franz Xaver Gruber com seu violão, e o pequeno coro da esquecida aldeia. No fim de cada estrofe, o coro repetia os dois últimos versos.
Naquela véspera de Natal nasceu a música que passou a ser como um hino oficial do Natal no mundo todo. Hoje se canta nas capelas dos Andes e no Tibete, ou nas grandes catedrais da Europa.
Há muitas histórias sobre a origem dessa canção. Entretanto, a verdadeira é simples e risonha como a canção ela própria.
O Pe. Joseph Mohr, jovem sacerdote, compôs a letra em 1816. Ele estava encarregado da igreja rural de Mariapfarr, Áustria. Seu avô morava perto e é fácil imaginar que ele criou o texto enquanto caminhava para visitar seu ancião parente.

Nenhum evento particular inspirou o Pe. José para escrever a poética canção do nascimento de Jesus.
Em 1817 ele foi transferido para Oberndorf.
Na véspera do Natal de 1818 o Pe. José visitou seu amigo, o professor de música Franz Gruber, que morava num apartamentinho acima da escolinha da vizinha aldeia de Arnsdorf. Mostrou-lhe o poema e pediu-lhe uma melodia para a Missa de Galo daquela noite.
Quando aqueles dois homens acompanhados pelo coro cantavam por vez primeira em pé diante do altarzinho da capela de São Nicolau, o Stille Nacht! Heiligen Nacht! não faziam idéia da repercussão que o fato teria no mundo.
Karl Mauracher, mestre construtor e reparador de órgãos viajou várias vezes a Oberndorf para consertar o órgão. Numa das viagens obteve a partitura e a levou para sua terra. Foi assim, também despretensiosamente, que começou a difusão.
De início, nem tinha nome e era chamada de “canção folclórica tirolesa”.
Duas famílias que viajavam cantando canções populares do vale de Ziller incorporaram a peça a seu repertório e a entoaram em dezembro de 1832 em Leipzig num concerto de música folclórica. A partir de então a difusão progrediu como mancha de azeite.
Por fim, a família Rainer cantou o Stille Nach na presença do imperador da Áustria Francisco I e do czar da Rússia Alexandre I. A canção natalina passou a ser a preferida do rei Frederico Guilherme IV da Prússia.
O Pe. José morreu pobremente na cidadinha de Wagrain, nos Alpes, como pároco. Ele doou todos os seus bens para a educação das crianças.
O inspetor escolar de São Johann, num relatório ao bispo, descreve o Pe. José como um amigo dos fiéis, sempre perto dos pobres e um pai protetor. Seu nome foi esquecido por todos até ser recuperado posteriormente.
A família de Franz Xaver Gruber conservou alguns dos humildes móveis do músico e o violão daquela noite abençoada, hoje peça histórica. O túmulo de Franz é decorado com uma árvore de Natal todos os meses de dezembro.
A imagem dos dois co-autores está nos vitralzinhos da capelinha de São Nicolau.
Assim é a riqueza insondável da Igreja: faz nascer no coração dos humildes e despretensiosos frutos de graça, perfeição e beleza que os gênios naturalmente mais dotados do mundo jamais conseguem superar.
Essa é a causa sobrenatural do insondável mistério que faz da Civilização Cristã a obra prima por excelência sobre a face da Terra e o bem supremo dos homens logo abaixo, e só abaixo, da Igreja Católica, Corpo Místico de Nosso Senhor Jesus Cristo, única Igreja verdadeira.
Estavam presentes o pároco Pe José Mohr, o músico e compositor Franz Xaver Gruber com seu violão, e o pequeno coro da esquecida aldeia. No fim de cada estrofe, o coro repetia os dois últimos versos.
Naquela véspera de Natal nasceu a música que passou a ser como um hino oficial do Natal no mundo todo. Hoje se canta nas capelas dos Andes e no Tibete, ou nas grandes catedrais da Europa.
Há muitas histórias sobre a origem dessa canção. Entretanto, a verdadeira é simples e risonha como a canção ela própria.
O Pe. Joseph Mohr, jovem sacerdote, compôs a letra em 1816. Ele estava encarregado da igreja rural de Mariapfarr, Áustria. Seu avô morava perto e é fácil imaginar que ele criou o texto enquanto caminhava para visitar seu ancião parente.

Nenhum evento particular inspirou o Pe. José para escrever a poética canção do nascimento de Jesus. Em 1817 ele foi transferido para Oberndorf.
Na véspera do Natal de 1818 o Pe. José visitou seu amigo, o professor de música Franz Gruber, que morava num apartamentinho acima da escolinha da vizinha aldeia de Arnsdorf. Mostrou-lhe o poema e pediu-lhe uma melodia para a Missa de Galo daquela noite.
Quando aqueles dois homens acompanhados pelo coro cantavam por vez primeira em pé diante do altarzinho da capela de São Nicolau, o Stille Nacht! Heiligen Nacht! não faziam idéia da repercussão que o fato teria no mundo.
Karl Mauracher, mestre construtor e reparador de órgãos viajou várias vezes a Oberndorf para consertar o órgão. Numa das viagens obteve a partitura e a levou para sua terra. Foi assim, também despretensiosamente, que começou a difusão.
De início, nem tinha nome e era chamada de “canção folclórica tirolesa”.
Duas famílias que viajavam cantando canções populares do vale de Ziller incorporaram a peça a seu repertório e a entoaram em dezembro de 1832 em Leipzig num concerto de música folclórica. A partir de então a difusão progrediu como mancha de azeite.Por fim, a família Rainer cantou o Stille Nach na presença do imperador da Áustria Francisco I e do czar da Rússia Alexandre I. A canção natalina passou a ser a preferida do rei Frederico Guilherme IV da Prússia.
O Pe. José morreu pobremente na cidadinha de Wagrain, nos Alpes, como pároco. Ele doou todos os seus bens para a educação das crianças.
O inspetor escolar de São Johann, num relatório ao bispo, descreve o Pe. José como um amigo dos fiéis, sempre perto dos pobres e um pai protetor. Seu nome foi esquecido por todos até ser recuperado posteriormente.
A família de Franz Xaver Gruber conservou alguns dos humildes móveis do músico e o violão daquela noite abençoada, hoje peça histórica. O túmulo de Franz é decorado com uma árvore de Natal todos os meses de dezembro.
A imagem dos dois co-autores está nos vitralzinhos da capelinha de São Nicolau.Assim é a riqueza insondável da Igreja: faz nascer no coração dos humildes e despretensiosos frutos de graça, perfeição e beleza que os gênios naturalmente mais dotados do mundo jamais conseguem superar.
Essa é a causa sobrenatural do insondável mistério que faz da Civilização Cristã a obra prima por excelência sobre a face da Terra e o bem supremo dos homens logo abaixo, e só abaixo, da Igreja Católica, Corpo Místico de Nosso Senhor Jesus Cristo, única Igreja verdadeira.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Anunciada descoberta da tumba de São Felipe
por
AirtonRocha
Apostolado Spiritus Paraclitus
Os arqueólogos asseguram que se trata da tumba do apóstolo Felipe, um dos 12 discípulos que acompanharam Jesus.
A descoberta aconteceu em Pamukkale, antiga Hierápolis, em Anatólia Ocidental (Turquia), cidade em que Felipe morreu, depois de ter pregado na Grécia e na Ásia Menor.
A descoberta foi realizada pela missão arqueológica italiana empreendida desde 1957, composta hoje por uma equipe internacional, dirigida desde o ano 2000 por Francesco D’Andria, professor da Universidade de Salento.
Um resultado importante na busca da tumba de São Felipe – recorda L’Osservatore Romano –, já tinha sido alcançado em 2008, quando a equipe encontrou a rua que os peregrinos percorriam para chegar ao sepulcro do apóstolo. Agora se chegou a esta nova meta.
“Junto ao Martyrion (edifício de culto octogonal, construído no lugar onde Felipe foi martirizado), encontramos uma basílica do século V de três naves”, explica o diretor da missão.
“Esta igreja foi construída ao redor de um túmulo romano do século I, que evidentemente gozava da máxima consideração, já que mais tarde se decidiu edificar ao seu redor uma basílica. Trata-se de uma tumba em forma de nicho, com uma câmara funerária.”
Colocando em relação esses e muitos outros elementos, “chegamos à certeza de ter encontrado a tumba do apóstolo Felipe, que era meta de peregrinação a este lugar”, afirma D’Andria.
No século IV, Eusebio de Cesareia escreveu que duas estrelas brilhavam na Ásia: João, sepultado em Éfeso, e Felipe, “que descansa em Hierápolis”.
A questão ligada à morte do apóstolo suscita controvérsia. Segundo uma antiga tradição, de fato, ele não teria morrido martirizado. Já os evangelho apócrifos contam que ele teria sofrido martírio sob os romanos.
Fonte: ZENIT
A descoberta aconteceu em Pamukkale, antiga Hierápolis, em Anatólia Ocidental (Turquia), cidade em que Felipe morreu, depois de ter pregado na Grécia e na Ásia Menor.
A descoberta foi realizada pela missão arqueológica italiana empreendida desde 1957, composta hoje por uma equipe internacional, dirigida desde o ano 2000 por Francesco D’Andria, professor da Universidade de Salento.
Um resultado importante na busca da tumba de São Felipe – recorda L’Osservatore Romano –, já tinha sido alcançado em 2008, quando a equipe encontrou a rua que os peregrinos percorriam para chegar ao sepulcro do apóstolo. Agora se chegou a esta nova meta.
“Junto ao Martyrion (edifício de culto octogonal, construído no lugar onde Felipe foi martirizado), encontramos uma basílica do século V de três naves”, explica o diretor da missão.
“Esta igreja foi construída ao redor de um túmulo romano do século I, que evidentemente gozava da máxima consideração, já que mais tarde se decidiu edificar ao seu redor uma basílica. Trata-se de uma tumba em forma de nicho, com uma câmara funerária.”
Colocando em relação esses e muitos outros elementos, “chegamos à certeza de ter encontrado a tumba do apóstolo Felipe, que era meta de peregrinação a este lugar”, afirma D’Andria.
No século IV, Eusebio de Cesareia escreveu que duas estrelas brilhavam na Ásia: João, sepultado em Éfeso, e Felipe, “que descansa em Hierápolis”.
A questão ligada à morte do apóstolo suscita controvérsia. Segundo uma antiga tradição, de fato, ele não teria morrido martirizado. Já os evangelho apócrifos contam que ele teria sofrido martírio sob os romanos.
Fonte: ZENIT
terça-feira, 24 de maio de 2011
Maria
por
Karine

Gente, desde ontem me veio o desejo de falar de Maria. Desejo de falar não de qualquer Maria, mas de falar da minha mãe Maria. E enquanto pensava nela, fiquei a imaginar como é possível não amá-la, não admirá-la e não ter Maria como referência... Fiquei a pensar como é possível não tê-la como exemplo...
Nunca neste mundo um ser humano amou como ela amou. Quando digo um ser humano falo com convicção porque Jesus era humano/divino e Maria era simplesmente humana, humana como nós. E ela assim como o Pai ela também nos ensina o que é amar.
Maria amou primeiramente a Deus e em consequência desse amor entregou sua vida nas mãos do Pai aceitando sem hesitar que se cumprisse os planos D´Ele em sua vida e na vida de toda a humanidade.
¨Então disse Maria: Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra. ¨
Lucas 1,38.
Lucas 1,38.
Maria era uma mulher de fé. E mesmo sabendo que era agraciada por Deus, vivia em oração para estar em comunhão com o Pai. Ela ouvia os planos de Deus, os ensinamentos de Jesus e sabia que não seria fácil, pois seria provada na dor e no sofrimento. Mas em nenhum momento ela pensou em desistir do SIM dado a Deus em favor da humanidade. A cada provação vivida ela não reclamava, não desanimava, mas silenciava e permanecia firme e em oração. Maria é um exemplo lindo de serva fiel para nós, assim como foi para Jesus.
Quantas vezes precisamos de um colo, de carinho materno e não recorremos a essa mãe que nos foi dada pelo próprio Deus. Maria se apresenta como porta do céu, como modelo das virtudes necessárias nesta caminhada para Jesus. São João Bosco já dizia:¨Foi ela quem tudo fez¨. Maria é a medianeira de todas as graças, nosso socorro, nossa intercessora junto a Jesus, assim como fez em Caná de Galiléia.
¨Como viesse a faltar vinho, a mãe de Jesus disse-lhe: Eles já não têm vinho. Respondeu-lhe Jesus: Mulher, isso compete a nós? Minha hora ainda não chegou. Disse, então, sua mãe aos serventes: Fazei tudo o que ele vos disser.¨ Jo 2, 3-5.
E assim ele o fizeram. E a água foi transformada em vinho, no melhor vinho que já se havia sido servido naquele casamento. Quantas vezes em nossa vida falta vinho, falta a graça, há um impossível a ser vencido, a ser superado. Maria vê a nossas necessidades e muitas das vezes quando nos falta coragem e fé, ela as apresenta a Jesus, e Ele as acolhe e transforma em graça, em bençãos.
Maria é a mãe de Deus, de Jesus, nossa mãe e mãe da igreja. É a mãe que nos acolhe, assim como acolheu Jesus. Se o próprio Deus a escolheu, quem somos nós para não aceitá-la como mãe e mestra. Maria é exemplo de humildade, obediência, fé, perseverança e de pureza de coração. Enquanto escrevia lembrei-me do refrão de uma música de Eliana ribeiro, que diz assim:
¨Oh, Maria ensina-me a ser assim.
Como filho em Deus tudo esperar.
Mãe querida, vem comigo caminhar.
Oh, Maria roga a Jesus por mim.¨
Por isso, receba das mãos do próprio Jesus a sua mãe, a nossa mãe, Maria. Presente de Deus para nós. Receba-a com amor, com o mesmo amor com o qual ela te acolheu como filho e filha querida de Deus.
¨Quando Jesus viu sua mãe e perto dela o discípulo que amava, disse á sua mãe: Mulher, eis aí teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe.¨
Jo 19, 26-27.
Um dia, foi declaro por um anjo lá numa cidade de Galiléia que Maria era cheia da graça de Deus, que o Senhor estava com ela, que ela conceberia o filho de Deus por obra do Espírito Santo e que seria bendita entre todas as mulheres. E Maria deu um sim ao Pai e ao invés de gloriar-se, pôs-se a bendizer o nome do Senhor e saiu ao serviço... Podemos citar esta passagem biblíca nesta oração, que peço que você ore agora comigo...
Ave Maria, cheia de graça!
O Senhor é convosco.
Bendita sois vóis entre as mulheres
e Bendito é o Fruto do vosso ventre, Jesus.
Santa Maria mãe de Deus,
rogai por nós os pecadores,
agora e na hora da nossa morte. Amém.
Que Maria nos guarde, nos ensine e nos leve a seu filho Jesus!
Fiquem na Santa Paz!
terça-feira, 10 de maio de 2011
“Homossexualismo e a Ideologia Gay”
por
AirtonRocha
Esse conteúdo é do site do Padre Paulo Ricardo, precisamos sim ler, entender,compreender e praticar o que ele veio nos falar.
Pessoal, é muito sério, não podemos levar na brincadeira.
Precisamos compreender o cenário mundial e o nacional.
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